g-speak spatial operating environment

Oblong Industries is the developer of the g-speak spatial operating environment.

The SOE’s combination of gestural i/o, recombinant networking, and real-world pixels brings the first major step in computer interface since 1984; starting today, g-speak will fundamentally change the way people use machines at work, in the living room, in conference rooms, in vehicles. ”


g-speak overview 1828121108 from john underkoffler on Vimeo.

No final do ano passado, a Oblong Industries, que nasceu no MIT, revelou um sistema operacional chamado G-speak, que permite a interação com computadores por meio de gestos lançados  no espaço.

Como comentei esses dias, cada vez mais átomos e bits se misturam. A membrana que separa o mundo virtual do tangível tornar-se cada vez mais permeável ao fluxo em mão dupla de atómos e bits, propiciando a emergência de uma nova estética tecnológica.

Refiro-me aqui à estética no sentido proposto por Baumgarten, recuperado por Santaella no livro Estéticas Tecnológicas: novos modos de sentir: “A estética como equivalente sensual da lógica, ou seja, em lugar do saber analítico, que é próprio da lógica, a estética fala de um outro tipo de conhecimento, que nos é transmitido pela sensoriedade (…)”.

Logo em seguida Santaella continua para explicar o termo “estética tecnológica”:

“O adjetivo ‘tecnológica’, acompanhado de ‘estética’, indicia um recorte que delimita o pontencial que os dispositivos tecnológicos apresentam para a criação de efeitos estéticos, quer dizer, efeitos capazes de acionar a rede de percepções sensíveis do receptor, regenerando e tornando mais sutil seu poder de apreensão das qualidades daquilo que se apresenta aos sentidos”.

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