January 31st, 2009 — 2:06am

O Legal Education Commons é um exemplo de projeto que poderia ser seguido pelas universidades brasileiras, principalmente as federais, uma vez que o que se produz nessas instituições públicas é pago com o dinheiro do contribuinte. É necessário aproximar o discurso da prática. A colaboração não pode ser apenas uma alegoria do discurso acadêmico. Como disse outro dia o educador Nelso Pretto em uma entrevista publicada no Youtube : “da farinha pouca, meu pirão primeiro. É preciso acabar com isso radicalmente”, a Educação precisa ser, indubitavelmente, um espaço de colaboração, e não de competição.
Várias universidades conceituadas no cenário mundial disponibilizam cursos inteiros na internet. Em fevereiro de 2008 , a Revista Veja publicou uma matéria sobre esse assunto.
Algumas universidades com conteúdo gratuito on line e com licença Creative Commons: Universidade Yale ( http://open.yale.edu/courses ) , Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) (http://ocw.mit.edu ) ,Universidade da Califórnia, em Berkeley ( http://webcast.berkeley.edu ) , Universidade Stanford (http://stanfordocw.org ) ,Instituto de Tecnologia de Paris
(http://graduateschool.paristech.org).
Outro nome que não podemos deixar de fora quando falamos de compartilhamento de conteúdos educacionais e colaboração é o da Open University, que mantém os projetos Open Learn e LabSpace
“The Legal Education Commons launched yesterday with open access to over 700,000 federal court decisions. The LEC is an ‘open, searchable collection of resources designed specifically for use in legal education.’ It is made possible by a collaboration between the Center
for Computer-Assisted Legal Instruction (CALI) and Harvard’s Berkman Center for Internet and Society. From the press release: ‘All teachers
of law have materials and notes they use in teaching,” says John Mayer, CALI Executive Director. “Many freely share their materials with
colleagues, but there has never been a singular searchable, taggable space to serve that function for the entire legal academy,’ he
explains, ‘until now…’” From the Creative Commons blog post, “The Legal Education Commons”
<http://creativecommons.org/weblog/entry/12506>
About Creative Commons: <http://creativecommons.org/about/>
Comment » | Aprendizagem e nova mídia
January 20th, 2009 — 6:11pm
O International Journal of Interactive Mobile Technologies (iJIM) , vol 3, No 1/2009, tem como tema central o mobile learning. http://online-journals.org/i-jim/issue/current
“This special issue of the International Journal of Interactive Mobile Technologies (iJIM) is focused on the theme of Adaptive Approaches to Mobile Learning. The significant growth of wireless technology in recent years, increasing availability of high bandwidth network infrastructures, advances in mobile technologies and the popularity of handheld devices have opened up new accessibility opportunities for education. The true potential of elearning as “anytime, anywhere” has finally begun to be realized in the form of m-learning, not only for those with disabilities or those living in remote communities, but also for those who have been attending traditional academia but could benefit from improved collaboration possibilities, situated learning opportunities and contextual learning.”
Comment » | Aprendizagem e nova mídia
January 18th, 2009 — 2:52pm
The Pew Internet Project has released a new report: Adults and Social Network Websites“.
“The share of adult internet users who have a profile on an online
social network site has more than quadrupled in the past four years –
from 8% in 2005 to 35% now…”
“personal use of social networks seems to be more prevalent than professional use of networks”
- 50% of adult social network users have a profile on MySpace
- 22% have a profile on Facebook
- 6% have a profile on LinkedIn
“Still, younger online adults are much more likely than their older
counterparts to use social networks, with 75% of adults 18-24 using
these networks, compared to just 7% of adults 65 and older.”
Foi divulgado mais um relatório no site do PEW Internet Project sobre a presença de adultos em redes sociais. Os dados da pesquisa “Adults and Social Network Websites” referem-se ao público americano, mas evidencia tendências que podem servir de subsídio para pesquisa ou para análises de mercado em qualquer país.
Segundo o relatório, o número de adultos nesses espaços aumento de 8% em 2005 para 35% em 2008. Adultos jovens (18-24 anos) representam 75% desse público. O percentual de presença do público adulto nas redes sociais decresce a medida que a idade avança, sendo de 7% para o grupo de 65 anos em diante. Esses dados confirmam a inclinação natural dos Nativos Digitais para os ambientes em rede.
Prevalece mais o uso das redes sociais para para fins pessoais do que para uso profissional.
- 50% tem perfil no Myspace
- 22% tem perfil no Facebook
- 6% tem perfil no LinkedIn
Como o Brasil é um dos países que mais fazem uso das redes sociais, gostaria de ver dados do cenário nacional, porém não acredito que a realidade brasileira fique distante dessa situação nos Estados Unidos.
Comment » | Outros